A Prefeitura de Sousa por meio da Secretaria de Ação Social realizou na manhã desta quinta-feira (09) a entrega de 50 enxovais a gestantes cadastradas no programa “Mãe Sousense”.
O “Enxoval do bebê” é composto por seis peças sendo uma banheira, uma saída da maternidade, frauda, uma roupa, uma toalhinha e uma manta, esses benefícios são concedidos mensalmente, porém a gestante só recebe o enxoval ao final da gestação uma vez que é condicionalidade do programa é a realização das consultas periódicas de pré-natal nas unidades de saúde do município e sua participação nas atividades que abordem temas referentes ao período gestacional.
Mensalmente são entregues kits as gestantes do município, por meio do programa. Uma iniciativa da Prefeitura que permite as futuras mamães receber todo o respaldo necessário neste período tão delicado de duas vidas, que começa com o pré- natal e se estende até depois de darem à luz.
A cidade de Sousa completará 161 anos de emancipação política e a Prefeitura de Sousa promoverá durante toda a semana uma série de atividades e eventos para comemorar a data. A programação contará com campeonato de futebol, corrida noturna, entrega de veículos para a Secretaria de Saúde, Conselho Tutela e STTRANS. Durante o evento, haverá também inaugurações de obras importantes como a sede da Biblioteca Pública Municipal Humberto de Campos, da Unidade Básica do Sorrilândia II e inauguração da creche do Bairro Jardim Brasília.
“Em comemoração ao aniversário da cidade vamos anunciar esse pacote de ações que vai beneficiar diretamente e valorizar a vida da população. Essa é uma data especial e vamos comemorar com alegria e harmonia sempre pensando em cuidar do nosso povo”, destacou o prefeito André Gadelha.
Além disso, uma das atrações mais esperada é o show à noite na Praça da Matriz com Solteirões do Forró, Gilson e Mania, Netinho Lins e Forró da Canxa que acontece no dia 10 de julho a partir das 20h.
PROGRAMAÇÃO
Dia 06/07- Segunda- Feira 07h – IV Conferência Municipal de Saúde.
Dia 08/07- Quarta- Feira 17h – Entrega de 100 geladeiras da ENERGISA em parceria com a prefeitura.
Dia 09/07 – Quinta-Feira 17h- Final da Copa São Gonçalo 19h- III Corrida Noturna
Dia 10/07- Sexta-Feira 07h- Apresentação da Banda de Música 13 de Maio 07h30- Hasteamento da Bandeira 08h- Apresentação do Coral Julieta Pordeus 09h- Entrega de veículos para a Secretaria de Saúde, Conselho Tutelar e STTRANS. 10h- Entrega da premiação da III Corrida Noturna- Local: Prefeitura Municipal 11h- Inauguração da sede da Biblioteca Pública Municipal Humberto de Campos- Local: Bairro Guanabara 11h30- Final do Campeonato Amador de São Gonçalo 14h30- Inauguração da creche do Bairro Jardim Brasília 16h- Inauguração da UBS- Sorrilândia II 17h- Inauguração do Centro de Formação Profissional Myrian Benevides Gadelha- SENAI 20h- Show na Praça da Matriz com Solteirões do Forró, Gilson e Mania e Nentinho Lins e Forró Canxa.
Sousa realizou nesta segunda- feira (06) a 4ª Conferência Municipal de Saúde. O evento com tema “Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas: Direito do Povo Brasileiro com Equidade” foi realizado pela manhã e tarde no auditório da Universidade Federal de Campina Grande – Centro. E discutiu as propostas que nortearão a saúde do município durante os próximos quatros anos.
A conferência foi organizada pelo Conselho Municipal de Saúde e pela Secretaria de Saúde é fruto da convocação do Conselho Nacional de Saúde para realização da 15ª Conferência Nacional que será realizada em Brasília, durante o mês de setembro, e abordará ainda os seguintes eixos: Direito à Saúde, Garantia de Acesso e Atenção de Qualidade, Participação e Controle Social, Valorização do Trabalho e da Educação em Saúde, Financiamento do SUS e Relação Público- Privado, e Gestão do SUS e Modelos de Atenção à Saúde.
“A conferência serve para oxigenar os profissionais de saúde, levantado temas que realmente importam a exemplo da ampliação do acesso à saúde, o financiamento da saúde”, afirmou o palestrante Nelson Calsavara, Assessor do COSEMS-Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba.
Os profissionais de saúde enfatizaram a importância da conferencia, “A conferência serve de instrumento de escuta, para que possamos discutir o que acontece no município de Sousa, suas dificuldades e procurar alternativas de solução”, disse Laura Della Nobrega.
Estabelecidas em 1988 pela Lei Federal 8.142, as Conferências de Saúde funcionam como fóruns de deliberação e discussão de diretrizes para a saúde pública para os quatros anos seguintes. O conjunto de instruções é proposto pelos participantes dos encontros, promovendo ampla participação popular. Esses encontros estimulam a participação social e o protagonismo do cidadão na formulação de instruções que guiarão a execução de políticas públicas, conforme os anseios dos usuários.
Ao desobedecer aos comandos de supressão e de entrar em apoptose, as células malignas começam a dividir-se excessivamente como se tivessem voltado ao estado embrionário, mas sem o controle harmonioso que existia naquela fase. O resultado é a formação de um agrupamento microscópico de células-filhas, clones da mãe desordenada que lhes deu origem.
Na medida em que as divisões prosseguem e as novas células se empilham desordenadamente umas sobre as outras, o acesso à nutrição e ao oxigênio se transforma em questão de vida ou morte.
Então, por instinto de sobrevivência, as células malignas começam a fabricar proteínas capazes de estimular a formação de novos vasos sanguíneos (angiogênese) e de atraí-los em sua direção. Em pouco tempo estará formada uma rede de capilares que irrigarão o tumor ainda microscópico.
Essa estratégia tem um preço: a irrigação traz para o local anticorpos e os glóbulos brancos responsáveis pela organização das defesas imunológicas. Lá eles reconhecem como estranho aquele agrupamento rebelde às leis que regem a divisão celular e disparam contra ele uma resposta enérgica com a finalidade de destruí-lo.
Para resistir ao ataque, as células malignas lançam mão de todos os disfarces possíveis. Entre outras estratégias, produzem proteínas que bloqueiam a maquinaria de guerra dos glóbulos brancos, liberam fatores de crescimento para acelerar sua velocidade de multiplicação ou para bloquear a apoptose, escondem-se em locais inacessíveis às defesas imunológicas ou permanecem imóveis sem se multiplicar, para despistar o inimigo.
Apesar dessas medidas, é possível que acabem destruídas ou incapazes de sobreviver. No entanto, se não forem eliminadas nessa fase, lançam mão de sua arma mais letal: a capacidade de desgarrar-se da pequena massa tumoral, esgueirar-se para dentro dos vasos sanguíneos, cair na circulação e aninhar-se em outros tecidos, processo conhecido como metástase.
As células malignas proliferam no início (A), depois invadem estruturas locais e levam à formação de vasos sanguíneos, onde por fim penetram (B) com capacidade de se espalhar e atingir órgãos distantes.
É por isso que a detecção precoce do câncer é tão enfatizada pelos médicos. Quando o câncer é removido no início, o risco de que ele possa liberar na circulação células-filhas com capacidade de se espalhar para outros órgãos é muito menor.
Elas permanecem nesses tecidos, em silêncio, à espreita do momento propício para cumprir seu destino: multiplicar-se. Ao contrário das células normais, que não sobrevivem fora do órgão de origem, as malignas não apenas conseguem permanecer vivas durante anos, como são capazes de proliferar em qualquer tecido do organismo. Uma célula pulmonar normal implantada no fígado é eliminada rapidamente; a maligna sobrevive e forma células-filhas.
Numa metástase óssea, por exemplo, as células que crescem dentro do osso são células malignas mamárias, prostáticas ou pulmonares, de acordo com o tumor que lhes deu origem. Na metástase, a célula maligna preserva as características básicas do tumor primário, ou seja, uma metástase de câncer de mama que se espalhou para o osso, ao olhar do patologista, não é um tumor do osso, e sim, um tumor de mama sitiado no osso.
A capacidade de multiplicação das células malignas não tem limite. Elas se dividem predatoriamente, a ponto de provocar a morte do próprio organismo que lhes deu origem. Células normais cultivadas em laboratório nascem, crescem e morrem obrigatoriamente, como nós. As malignas não; se não lhes faltar nutrientes no meio de cultura, multiplicam-se sem parar, por décadas e décadas, até o final dos tempos, pois são imortais.
O que é o grau de diferenciação do câncer?
Todas as células do corpo humano se originam de uma única célula, o ovo, a junção entre o óvulo materno e o espermatozoide paterno. O ovo tem a capacidade de dar origem aos diversos tipos de células que irão formar o corpo humano, sendo essa capacidade denominada diferenciação. Assim, as células diferenciadas são aquelas que se transformaram em células de tecidos e órgãos especializados, como o cérebro, os músculos, o fígado etc.
As células do câncer costumam percorrer um caminho inverso, o da indiferenciação, que consiste na perda das características originais das células dos tecidos ou órgãos que deram origem ao tumor. Por isso, fala-se que as células do câncer são mais diferenciadas quando elas são mais parecidas com as do tecido ou órgão que lhes deu origem, e menos diferenciadas ou indiferenciadas quando existe menor semelhança entre as células do tumor e as do tecido ou órgão que lhes deu origem. Tumores mais diferenciados têm um comportamento mais favorável, ao passo que os tumores mais indiferenciados são mais agressivos.
Enfim, o que é o câncer?
O câncer pode ser definido como uma proliferação anormal e descontrolada de células oriundas de uma célula previamente normal, que sofreu uma ou mais mutações, e que tem a capacidade de se espalhar pelo organismo.
Como mostra a figura a seguir, em geral ou a mutação é reparada ou a célula morre por apoptose. Entretanto, a célula que se torna maligna não morre. Na maioria das vezes, acumula várias mutações que resultam em proliferação descontrolada e capacidade de se espalhar pelo corpo.
Note as células normais em comparação com as células cancerosas que acumulam mutações e proliferam sem controle.
Ainda hoje é muito comum escutarmos as pessoas negando à visita a um psicólogo, pois, como verbalizam, “não estou loco”. Infelizmente, tal comportamento impede que problemas simples sejam resolvidos com maior facilidade por adiamento dessa visita. Diante de tal medo do paciente, cabe ao psicólogo, trabalhar em consulta tais medos e, deixar que o paciente fale qual sua definição de loucura, que por vezes, vêm carregadas de estereótipos, ou seja, de rótulos que foram colocados em doenças mentais durante o longo dos anos e assim, desmistificar tais preconceitos. Sendo assim, psicólogo não é “médico de louco”, mas sim, alguém que estuda os fenômenos mentais e comportamentais com o objetivo de orientar os indivíduos a enfrentar suas dificuldades emocionais, medos, ansiedades e desejos,ajudando-os a encontrar um ponto de equilíbrio diminuindo o sofrimento psíquico.
A procura de um profissional pode, e geralmente vêm, por sugestões de colegas ou, no caso de crianças, por indicação escolar ou dos próprios pais (cuidadores). Por vezes essa procura é feita pelo próprio paciente, como conseqüência de problemas que não esteja conseguindo lidar por si só; mudanças repentinas de vida; insatisfações pessoais, familiares ou de casal, ou mesmo por vontade de maior autoconhecimento.
Transtornos mentais comumente presentes no setting terapêutico atualmente, muitas vezes são indicações de psiquiatras, os quais não dispensam o auxílio psicológico como parte fundamental no tratamento, são os casos de: depressão, transtornos alimentares, transtornos de ansiedade (pânico), transtornos de humor (Transtorno Bipolar...) entre outros.
Desta forma, são inúmeras as razões que levam uma pessoa a procurar um psicólogo. Cabe ao profissional indicar o tratamento mais adequado, explicando o processo e esclarecendo todas as dúvidas do paciente que vem procurar por ajuda.
Ressalto a importância de um ambiente e um profissional acolhedor, pois o primeiro passo desse indivíduo que decide encarar abrir sua intimidade contando-lhe detalhes de vida e sofrimento, não é tarefa fácil.
A 4ª Conferência Municipal de Saúde inicia nesta segunda-feira (06), em Sousa, O evento com tema “Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas: Direito do Povo Brasileiro com Equidade” será realizado no auditório da Universidade Federal de Campina Grande- Centro, a partir das 07h e irá discutir as propostas que nortearão a saúde do município durante os próximos quatros anos.
A conferência é organizada pelo Conselho Municipal de Saúde e pela Secretaria de Saúde é fruto da convocação do Conselho Nacional de Saúde para realização da 15ª Conferência Nacional que será realizada em Brasília, durante o mês de setembro, e abordará ainda os seguintes eixos: Direito à Saúde, Garantia de Acesso e Atenção de Qualidade, Participação e Controle Social, Valorização do Trabalho e da Educação em Saúde, Financiamento do SUS e Relação Público- Privado, e Gestão do SUS e Modelos de Atenção à Saúde.
Estabelecidas em 1988 pela Lei Federal 8.142, as Conferências de Saúde funcionam como fóruns de deliberação e discussão de diretrizes para a saúde pública para os quatros anos seguintes. O conjunto de instruções é proposto pelos participantes dos encontros, promovendo ampla participação popular. Esses encontros estimulam a participação social e o protagonismo do cidadão na formulação de instruções que guiarão a execução de políticas públicas, conforme os anseios dos usuários.
PROGRAMAÇÃO
06 DE Julho de 2015 no Auditório da UFCG 07:00- Recepção e Credenciamento; 08:00- Composição da Mesa e Solenidade de Abertura; 09:00- Leitura e aprovação do Regimento Interno da Conferência; 09:30- Plenária de Abertura: Saúde Pública de Qualidade para Cuidar Bem das Pessoas: Direito do Povo Brasileiro; 10:30- Debate; 11:30- Almoço; 12:30- Grupos Temáticos/ Elaboração de Propostas conforme Eixos da Conferência; 14:00- Apresentação das propostas/Debates 15:00- Plenária Final: Aprovação das Propostas para a 8ª Conferência Estadual de Saúde; 16:00- Escolha dos Delegados para a Etapa Estadual e Encerramento.
Palestrantes: Dr. Joelington Medeiros (Secretário Adjunto da SMS de Maceió- AL).
O metabolismo do álcool nas mulheres não é igual ao dos homens. Se administrarmos para dois indivíduos de sexos opostos a mesma dose ajustada de acordo com o peso corpóreo, a mulher apresentará níveis alcoólicos mais elevados no sangue.
A fragilidade aos efeitos embriagadores do álcool no sexo feminino é explicada pela maior proporção de tecido gorduroso no corpo das mulheres, por variações na absorção de álcool no decorrer do ciclo menstrual e por diferenças entre os dois sexos na concentração gástrica de desidrogenase alcoólica (enzima crucial para o metabolismo do álcool).
Por essas razões, as mulheres ficam embriagadas com doses mais baixas e progridem mais rapidamente para o alcoolismo crônico e suas complicações médicas.
Diversos estudos documentaram os benefícios do consumo moderado de bebidas alcoólicas, tanto em homens como em mulheres. A margem de segurança entre a quantidade de álcool benéfica e a que traz prejuízos à saúde das mulheres, entretanto, é estreita e nem sempre fácil de delimitar:
Doenças do fígado
Num dos estudos mais completos sobre o tema foram acompanhadas 13 mil pessoas durante mais de 12 anos. Nele foi possível demonstrar:
1) Para todos os níveis de consumo alcoólico, as mulheres correm mais risco de desenvolver doenças hepáticas do que os homens;
2) Para os mesmos níveis de ingestão, o risco de cirrose nas mulheres é três vezes maior;
3) Mulheres que tomam de 28 a 41 drinques por semana (1 drinque = 1 copo de vinho = 1 lata de cerveja = 50 ml de bebida destilada) apresentam risco de cirrose 16 vezes maior do que o dos homens abstêmios.
Doenças cardiovasculares
Mulheres que ingerem um drinque por dia apresentam menor probabilidade de morte por doença cardiovascular. Esse benefício também é válido para as mulheres diabéticas.
No entanto, a análise dos dados de dezenas de milhares de mulheres acompanhadas no “Nurses’ Health Study” revelou que tomar dois ou três drinques diários aumenta o risco de surgir hipertensão arterial em 40% e a probabilidade de acontecer derrame cerebral hemorrágico. Nas mulheres que bebem mais do que três drinques por dia o risco de hipertensão arterial duplica.
Mulheres que abusam de álcool desenvolvem também miocardiopatias mesmo usando doses mais baixas do que os homens.
Câncer de mama
A meta-análise de seis estudos importantes mostrou que mulheres habituadas a ingerir de 2,5 a 5 drinques por dia, apresentam probabilidade 40% maior de desenvolver câncer de mama. Esse risco aumenta 9% para cada 10 gramas de álcool (cerca de 1 drinque) diárias.
Osteoporose
O efeito inibidor da remodelação óssea do álcool é fenômeno bem conhecido em ambos os sexos. Mulheres com menos de sessenta anos que tomam de dois a seis drinques por dia têm risco maior de fratura de colo de fêmur e de antebraço.
Distúrbios psiquiátricos
Todos eles são mais prevalentes em mulheres que abusam de álcool do que em homens que o fazem e do que em mulheres abstêmias. A única patologia mais freqüente no alcoolismo masculino é a personalidade anti-social.
A prevalência de depressão em mulheres que abusam de álcool é de 30% a 40%. Estudos demonstram que a maior parte dessas mulheres bebe como forma de se livrar dos sintomas associados a quadros de depressão primária.
Anorexia e bulimia estão presentes em 15% a 32% das que abusam de álcool.
Mulheres que abusam de álcool tentam o suicídio quatro vezes mais frequentemente do que as abstêmias.
Consequências para o feto
A ingestão de álcool durante a gravidez pode provocar distúrbios fetais que vão do retardo de desenvolvimento à chamada síndrome alcoólica fetal, caracterizada por anormalidades físicas comportamentais e cognitivas. Consumo de álcool durante a gravidez é considerado a principal causa evitável dessas anormalidades na infância.
Consequências psicossociais
Problemas familiares são mais comuns entre mulheres que abusam de álcool (entre os homens são os problemas legais e aqueles relacionados com o trabalho). O alcoolismo torna as mulheres mais sujeitas a agressões físicas. Mulheres que consomem quantidades exageradas de álcool geralmente vivem com parceiros que também abusam da bebida.